terça-feira, 25 de setembro de 2012

RECORDANDO A MINHA TIA ZULMIRA, NATURAL DE MOREIRA, PENAVERDE 1950

Fizeram-me chegar um manuscrito com uns versos muito antigos que recordam a tragédia da morte de uma tia, irmã de minha mãe, chamada Zulmira, em abril de 1950, num acidente de automóvel.
Apesar de não ter pedido autorização para publicar, tomei a liberdade de o fazer, para deste modo homenagear esta tia que não conheci e paralelamente demonstrar que os valores da amizade eram muito fortes nas nossas aldeias. A dor de um era a dor da comunidade.

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