quarta-feira, 26 de maio de 2010

PARA QUANDO INVESTIR NO INTERIOR?





No último fim-de-semana, fui à capital actuar com o grupo a que pertenço, Ad Libitum, ao Palácio da Indpendência. Na viagem de regresso visitámos o maior jardim budista oriental, pertença do coleccionador Joe Berardo, situado no Bombarral. De facto, tudo se concentra em Lisboa e na zona litoral, próxima da capital. As novas vias de comunicação não conseguiram trazer para o interior investimento dos grandes grupos económicos. São investimentos desta envergadura que poderiam trazer para o interior a esperança de que as suas terras terão futuro. Porque razão os grandes investimentos não se realizam em terras do interior? O que é que se tem feito para dar a conhecer as nossas potencialidade aos grandes grupos económicos? O que é que têm feito os nossos políticos locais e nacionais para tornar o nosso país desenvolvido harmoniosamente?

sábado, 15 de maio de 2010

TERRAS DE ALGODRES- QUEIRIZ



Mons. Pinheiro Marques faz um bela apresentação das várias freguesias do Concelho de Fornos de Algodres. Eis, pois, a freguesia de Queiriz.
Esta freguesia é a mais distante da sede do concelho, pois fica a mais de 22 quilómetros de Fornos.
É formada por quatro povoações:
Queiriz, sede da paróquia, Aveleiras, Barreiras e Casal do Monte e foi sufragânea de Penaverde.
A igreja paroquial é muito antiga, com porta ampla, em arco romano, e tem gravada sobre a porta lateral a data de 1636, data que também esta sobre a porta da residência paroquial.
Na povoação das Aveleiras existe a "capela do Divino Espírito Santo" (...).
Das quatro povoações a mais notável, sob o ponto de vista histórico, é o Casal do Monte, que, apesar da estreiteza do lugar e exiguidade da população, que em 1527 não ia além de 21 fogos, constituiu só por si um concelho autónomo e independente, com o seu pelourinho e Casa da Câmara ou Cadeia, que ainda hoje existem"


In Terras de Algodres, Mons. Pinheiros Marques

segunda-feira, 3 de maio de 2010

ANÍBAL PACHECO, JORNALISTA, DEIXOU-NOS!

Foi com mágoa que tomei conhecimento da morte do Sr. Aníbal Pacheco, ex. Jornalista do Comércio do Porto e antigo aluno dos seminários da diocese de Viseu. Apesar de residir na cidade do Porto, demonstrou sempre interesse e empenho no desenvolvimento da sua terra, tendo sido, inclusivamente deputado municipal. Era visível a sua contribuição nos actos litúrgicos, sempre que visitava a sua terra. Quando solicitado para participar no jornal "O Figueirola", brindou-nos sempre com vários e preciosos artigos muitos deles relativos às Terras de Algodres.
Obrigado, Sr. Anibal Pacheco!