quarta-feira, 26 de maio de 2010

PARA QUANDO INVESTIR NO INTERIOR?





No último fim-de-semana, fui à capital actuar com o grupo a que pertenço, Ad Libitum, ao Palácio da Indpendência. Na viagem de regresso visitámos o maior jardim budista oriental, pertença do coleccionador Joe Berardo, situado no Bombarral. De facto, tudo se concentra em Lisboa e na zona litoral, próxima da capital. As novas vias de comunicação não conseguiram trazer para o interior investimento dos grandes grupos económicos. São investimentos desta envergadura que poderiam trazer para o interior a esperança de que as suas terras terão futuro. Porque razão os grandes investimentos não se realizam em terras do interior? O que é que se tem feito para dar a conhecer as nossas potencialidade aos grandes grupos económicos? O que é que têm feito os nossos políticos locais e nacionais para tornar o nosso país desenvolvido harmoniosamente?

3 comentários:

al cardoso disse...

Como eu tenho dito muitas vezes: "as auto estradas so tem servido para a gente do interior, sair dai mais rapido".
Quanto ao resto se calhar ate e melhor assim, quantos menos melhor!

Um abraco de amizade dalgodrense.

aluap disse...

É muito complicado arriscar em negócios diferentes no interior, porque bem sabemos que só em Lisboa ou Porto é que há massa populacional suficiente para que o mesmo prospere.

Anónimo disse...

Não ha complicação nehuma em investir no interior. Se pensarmos num grande investimento para Fornos de Algodres so não o vemos possivel porque os actuais responsaveis politicos nada fazem para que isso não aconteça. Fornos tem tudo para ser uma terra com desenvolvimento. Ja alguem pensou na proximidade que temos com a Espanha? Temos a principal via portuguesa de comunicação com a europa a passar na nossa porta!! Mão de obra? O que não falta por aqui são pessoas a precisar de trabalhar!! A maior lamentação que temos a fazer por Fornos são os verdadeiros interesses de quem nos governa. porque primeiro estão os interesses dos senhores doutores e depois, muito depois, estão os interesses do povo...