segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O "ANTROPOCENTRISMO LOCAL"


Hoje, o concelho de Fornos de Algodres possui um conjunto estruturas públicas novas que poderiam e deveriam servir de motivação para o seu desenvolvimento. Graças ao poder central e com a respectiva pressão e colaboração do poder local, hoje Fornos possui um edifício de Tribunal, uma sede da GNR, um Centro de Saúde, um Escola EB2/3, um edifício da Câmara renovado, um Centro Cultural, uma central de camionagem (em construção) praticamente novos.
De facto pode-se possuir tudo isto, mas se não se investe no ser humano local, de pouco servem estes organismos. Há que valorizar cada cidadão, começando por aqueles que mais necessitam. Há que Motivá-lo. Há que sensibilizá-lo para a importância que cada um possui na construção da sua terra e não lembrar-se deles só em épocas eleitorais. Hoje, os líderes locais, para além de "fazer coisas" deveriam ter este papel fundamental motivar para construir.
Quando o Homem passou a ser o centro de todas as coisa, antropocentrismo, os países e as regiões progrediram e marcaram positivamente uma época. Veja-se a época dos descobrimentos.
Também hoje há que passar de um "teocentrismo local" para um "antropocentrismo local!"
Provavelmente, hoje o concelho de Fornos de Algodres necessita de um grande Humanista a liderar o poder local, ladeado por um bom economista.

3 comentários:

Anónimo disse...

Meu caro,
Concordo e acrescento.
Mais do que movimentos de personagens, estes, aqueles ou aqueloutros, para habitarem o poderzinho deste município, na minha opinião, é necessário movimento crítico de ideias.
Ideias generosas, audazes, equilibradas, positivas, inspiradas e que se destinem mais aos munícipes e menos aos eleitores.
Mas isto sou eu a desejar.
E pra picar, a bandeira: Queijo.
Delicioso mas um produto-tradição em agonia.
Não o sabemos Embrulhar, nem Vender, logo asfixiamos o Produtor.
Ou ainda: a Floresta.
Na auto-estrada, de Mangualde para cá é um deserto. Desde os incêndios dos anos 70 e 80 que a paisagem é essa; desde essa altura que se fala em reflorestar.
A aproveitar este seu espaço,
Abraços

Amaral disse...

João Paulo
Penso que dizes tudo na parte final do teu texto.
Não chega reflorestar uma mata, é preciso, depois, mantê-la.
Boa semana
Abraço

al cardoso disse...

De facto e que tem faltado tem sido politicas de criacao de trabalhos, (veja que nao me refiro a empregos) algumas houve, mas nao as suficientes para travar a desertificacao, e ate trazer novas gentes!
Um abraco amigo dalgodrense.