quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
RELVAS, UM CONTRIBUINTE PARA A FALTA DE PRINCÍPIOS NA POLÍTICA PORTUGUESA
A crise que hoje os portugueses, a todo o custo, tentam contrariar, transporta consigo algo de positivo. A podridão, a corrupção e a mentira, à semelhança do azeite, surge à tona, através dos meios de comunicação social. Durante muitos anos, andámos anestesiados com as palavras "sábias", ironia, dos nossos governantes. A mentira andava por aí mas poucos a admitiam.
Na verdade, o facto de termos entrado na família europeia trouxe consigo diversos benefícios. A generalidade dos portugueses esqueceu os tempos de miséria que Salazar admirava. Todavia, os políticos não foram sábios em lançar os alicerces do desenvolvimeto e da sustentabilidade de um país que, embora pequeno, possui gente com valor. Bastava olharmos para a nossa história para concluir que a matéria prima existia era de boa qualidade. Os que nos lideraram, infelizmente, não souberam rentabilizar a boa matéria prima. Muitos daqueles que hoje choram lágrimas de corcodilo pelo facto de termos perdido a nossa independência económica esquecem-se que, na génese do problema, eles estiveram na primeira linha. Nos governos do prof. Cavao Silva, com tanto dinheiro, oriundo da união europeia, o interior ficou cada vez mais solitário. Parece um contrasenso. O dinheiro que tinha como objetivo enraizar as pessoas serviu para ganhar eleições e ser distribuído habilidosamente por alguns. Os alicerces não se construiram...Se hoje, Relvas, a nível nacional, é o cabeça de cartaz do facilitismo, do "chico espertismo", da falta de princípios, quantos "Relvas" não haverá a nível local e regional?
Na verdade, o facto de termos entrado na família europeia trouxe consigo diversos benefícios. A generalidade dos portugueses esqueceu os tempos de miséria que Salazar admirava. Todavia, os políticos não foram sábios em lançar os alicerces do desenvolvimeto e da sustentabilidade de um país que, embora pequeno, possui gente com valor. Bastava olharmos para a nossa história para concluir que a matéria prima existia era de boa qualidade. Os que nos lideraram, infelizmente, não souberam rentabilizar a boa matéria prima. Muitos daqueles que hoje choram lágrimas de corcodilo pelo facto de termos perdido a nossa independência económica esquecem-se que, na génese do problema, eles estiveram na primeira linha. Nos governos do prof. Cavao Silva, com tanto dinheiro, oriundo da união europeia, o interior ficou cada vez mais solitário. Parece um contrasenso. O dinheiro que tinha como objetivo enraizar as pessoas serviu para ganhar eleições e ser distribuído habilidosamente por alguns. Os alicerces não se construiram...Se hoje, Relvas, a nível nacional, é o cabeça de cartaz do facilitismo, do "chico espertismo", da falta de princípios, quantos "Relvas" não haverá a nível local e regional?
quinta-feira, 3 de maio de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
O 25 DE ABRIL DE ONTEM E OS POLÍTICOS DE HOJE
O meu amigo, colega, escritor e pintor Fernando Megalhães que viveu o 25 de Abril de 1974, nesta frase sintetiza o sentimento que muitos têm relativamente aos políticos que nos governam:
"Hoje, o outrora resplandecente cravo vermelho plantado em tubo de negro aço que cheirava a pólvora, apodreceu na terra carenciada de adubo pelas mãos governantes que se adubam a si próprias!..."
Fernando Magalhães – abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
O SENTIDO DA PÁSCOA NA SOCIEDADE
A vitória da vida sobre a morte irá ser lembrada pelos cristãos no domingo de páscoa. Na realidade, o que está inerente a tudo o que nos rodeia é esta duplicidade. O frio só existe porque há o quente; a alegria só é explicável porque existe a tristeza; o sucesso educativo dos alunos só se verifica se antes houver momentos de esforço e persistência. Muitas vezes, o salto para a frente de algumas regiões só se dá quando os cidadão se consciencializarem que são uma parte importante na decisão do futuro coletivo. Essa consciencialização, por vezes, só acontece em momentos de alguma dificuldade de algum sofrimento. São momentos que nos levam a refletir.
A consciencialização de que os dinheiros públicos, muitas vezes, não tiveram a melhor aplicação só vem à luz do dia em tempo de vacas magras. Estes momentos de reflexão deveriam ter expressão na mudança de atitude, primeiramente de cada cidadão, que teria reflexo na mutação daqueles que nos governam há muito.
A mensagem pascal pode, pois, aplicar-se às diversas dimensões da vida humana.
Para todos os que me visitam através deste espçao, votos de uma Santa Páscoa!
sexta-feira, 2 de março de 2012
HOTEL À VISTA EM FORNOS DE ALGODRES! JÁ NASCEU O HOTEL "ESTRELA À VISTA"

Para mais e melhor informação clic
a quem "roubei" esta foto!
Todos seremos poucos na divulgação de tudo o que de bom nasce na terra que nos viu nascer.
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