No passado dia 1 de Março, passou mais um aniversário da morte do saudoso Padre António Marques Clemente, meu tio e padrinho.
Tendo já destacado neste espaço pessoas naturais das Terras de Algodres, queria hoje lembrar alguém que pelo seu exemplo de humildade e humanidade me marcou especialmente, o Pe. Clemente. Se há sacerdotes que viveram e vivem plenamente a sua vocação, estou certo que ele foi um deles. Recordo a sua capacidade de fomentar a unidade entre as pessoas, tratando a todos de igual modo, não fazendo diferenciações de qualquer índole (estatuto social, político, etc.)
Tendo já destacado neste espaço pessoas naturais das Terras de Algodres, queria hoje lembrar alguém que pelo seu exemplo de humildade e humanidade me marcou especialmente, o Pe. Clemente. Se há sacerdotes que viveram e vivem plenamente a sua vocação, estou certo que ele foi um deles. Recordo a sua capacidade de fomentar a unidade entre as pessoas, tratando a todos de igual modo, não fazendo diferenciações de qualquer índole (estatuto social, político, etc.)
Nas paróquias por onde passou, Pinheiro de Lafões, Penaverde e Queiriz chegavam-me ecos da sua bondade, o que não era novidade para mim. No seminário de Fornos, onde esteve até ao final dos seus dias, tive a oportunidade de comprovar isso.
Durante os últimos anos, foi ainda capelão da igreja da Misericórdia onde celebrava missa todos os domingos, sempre com a igreja cheia de gente. O provedor, O Sr. Paulo Menano de quem era muito amigo levava-o e trazia-o quer para Figueiró quer para o Seminário. Também ele amava sua terra e as suas gentes. Para com todos, ele tinha sempre uma palavra amiga!
Pe. António Marques Clemente, um humanista que cultivava a amizade.
